Enjoy: iBeacon



Como já disse o nosso sócio e diretor de engajamento, Vitor Elman, “não espere até a invenção da máquina do tempo” em seu artigo sobre iBeacon para a Proxxima (http://goo.gl/zYeECI). Esta tecnologia que experimenta um alto nível de crescimento no mercado americano, promete revolucionar a experiência em loja e outras atividades envolvendo o físico e o digital. Esper o que você leia o artigo e também curta muito o nosso vídeo 🙂 #enjoy

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2 thoughts on “Enjoy: iBeacon”

  1. Excelente prisma da tecnologia, gente!
    Fantástico para os negócios e para a experiência do consumidor. Vocês acreditam que a força de vendas humana será dizimada ou extinta? Eu acho que ela completará, no campo do "fisital". Não só por as tecnologias estrangeiras sofrerem barreiras de impostos entre outras coisas para entrar no Brasil, mas a questão cultural nos deixou como legado um atendimento de caixeiro-viajante, que empurra vendas "goela-abaixo" e é fortemente evitado pelos consumidores do varejo. A causa é que a educação formal não ensina vendas na faculdade como nos EUA por exemplo. O impacto negativo é grande e o piro, silencioso. O empreendedor confere o caixa no fim do expediente e enxerga o que entrou, mas nem se dá conta do que deixou de entrar pelo atendimento pífio. A tecnologia dará privacidade e menos insistência burra aos consumidores, mas não sei até onde as máquinas poderão entender de psicologia, vendas e negociação como os vendedores humanos que estudaram estilos de negociadores, modelos representativos dos consumidores, estabelecem rapport de forma sutil, e se identificam se o consumidor necessita de um modelo de transacional, consultivo ou mais empreendedor/integrado. Apesar que já temos reconhecimento por biometria facial, etc.
    Os custos dessas tecnologias vão retardar a entrada delas no varejo de micro, pequeno e médio porte, esse último menos. Mas enquanto isso o vendedor ainda pode ser aquele cara que estuda direito e não está nem aí para as vendas, para atender um ser humano com excelência e centrado na empatia. Ele só quer pagar a faculdade e nunca mais ouvir falar em varejo. Depois, com a entrada da tecnologia, só ficarão os altamente capacitados a atender e/ou assumir postos mais estratégicos dentro das empresas de varejo. Concordam?

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